"Eu não sei falar,sou apenas uma criança.Fala Senhor,por mim!"
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Senhor,
Como posso amar a todas as as pessoas?
Aos bons e aos maus?
Aos ricos e aos pobres?
Aos que estão perto e aos que estão longe?
As crianças, os jovens e aos velhos?
Aos da minha religião e aos das outras religiões e seitas?
Aos amigos e aos inimigos?
A mim mesmo e ao próprio Deus?
Senhor,
Como posso amar a todos sem fazer distinção?
Sem julgar os méritos?
Sem saber se a pessoa quer o meu amor ou não?
faça como eu faria...
Aos bons e aos amigos eu amo com reciprocidade e desejo de perseverança.
Aos maus e aos inimigos eu amo na tentativa de faze-lo ver que a maldade e a vingança não trazem felicidades.
Aos ricos eu amo na esperança de faze-lo ver a importância do repartir.
Aos pobres eu amo estimulando-os a lutarem pelos seus direitos e pela felicidade.
Aos que estão perto eu amo quando exalto as suas virtudes e suporto as suas falhas sem ar de condenação.
Aos que estão longe eu amo na esperança de vê-los contribuírem para que a construção e transformação de um mundo melhor e mais humano.
As crianças eu amo quando adquiro um coração semelhante aos delas.
Os jovens eu amo quando os escuto e apoio as suas idéias sobre o amor.
Os velhos eu amo quando acolho seus sábios conselhos e cuido das suas enfermidades com paciência.
Aos da minha religião e aos das outras religiões e seitas, eu amo quando entendo que todos, independente da religião,podem ser um instrumento santo nas mãos de Deus.
A mim mesmo eu amo quando consigo estimular todo o meu ser a glorificar a Deus através dos dons que Ele me confiou.
E a Deus eu amo em cada gesto de tudo que eu fizer de bom a meu semelhante, porque como São João diz: Ninguém pode amar a Deus que não vê, se não amar ao próximo que vê.
E neste tempo de advento que nossos corações e atitudes nos levem a cada dia a presença e ao amor de Deus.
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Em um mundo cada vez mais relativista não é difícil buscarmos a verdade em lugares errados. E para isso, Santo Agostinho é um grande exemplo na atualidade. Ele foi um homem que nunca viveu na superficialidade. Sua busca inquieta e constante da Verdade é uma das características fundamentais de sua existência.
Como muitos, ele pensava em encontrar a Verdade no prestígio, na posse das coisas e na promessa de felicidade imediata. Ele cometeu vários erros, mas nunca parou nunca se satisfez com aquilo que lhe dava apenas um vislumbre de luz. Ao contrário, quando olhou para o seu íntimo, Agostinho percebeu que aquela Verdade, o Deus que buscava, sempre esteve ao seu lado e nunca o tinha abandonado (Confissões, livro III).
Hoje, quando parece que vivemos na superficialidade, com medo de buscar a Verdade, gostaria de me valer das palavras de Bento XVI e dizer a todos que não tenham medo da Verdade, não interrompam o caminho para ela, não deixem de buscar a verdade profunda sobre si e sobre as coisas, com os olhos interiores do coração. Deus não falhará em oferecer a Luz para fazer ver e Calor para fazer sentir ao coração que ama e que deseja ser amado.
Deus, que nos ama imensamente, o abençoe.
Padre Reginaldo Manzotti
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... foi como classifiquei a minha triste experiência com a saúde pública aqui no estado do Rio de Janeiro, cidade "Maravilhosa" onde eu vivo, isso justamente no ano em que a campanha da fraternidade teve como tema "Fraternidade e saúde pública".pude vivenciar o que na teoria tentei explicar as minhas crianças da catequese, explicar foi bem mas fácil posso garantir.Vou relatar a vocês a minha experiência.
No último dia 24/04/2012, dei entrada na emergência do Hospital Federal de Bonsucesso as 18:00h com fortes dores de estomago,vomito e febre, fui atendida pelo médico as 22:40h, o médico que me atendeu pediu exame de sangue e uma tomografia, exames na mão foi diagnosticado que o meu problema era vesícula e que eu teria que ser operada o quanto antes,fui encaminhada para o cirurgião que constatou o que o clínico havia me dito,me informou que eu ia ser internada,mas que infelizmente a internação seria sentada numa cadeira,pois não havia leitos,fiquei exatamente 14 dias sentada numa cadeira,num lugar extremamente frio sentido dor,as pernas inchadas,mas sabia se fosse para casa,mas tarde acabaria tendo que voltar e passar pelo mesmo processo, então como apesar de tudo estava sendo medicada e aguardando a cirurgia resolvi ficar e aguardar, talvez vocês não possam imaginar a minha angustia,mas havia pessoas em estado bem pior que eu se submetendo a tudo aquilo para ter um atendimento médico,pessoas que como eu precisa do pouco que aqueles médicos e enfermeiros pudiam nos oferecer para que mesmo naquelas condições nos sentíssemos um pouco melhor.E a cada instante chegava mais gente,para que vocês tenham um ideia teve dias em que os médicos fechavam o serviço de emergência por não ter mas espaço físico para por as pessoas,olhava tudo e me perguntava o porque de tudo aquilo estar acontecendo para mim e para minha família,para aquelas pessoas que como eu estava ali,foram dias de agonia,lagrimas e sofrimento,tive um anjo que prefere ser chamada de amiga,sim a melhor que alguém pode ter,pois esteve ao meu lado o tempo todo,me dando força,orando e me trazendo muita paz para que eu conseguisse esperar, e graças ao meu bom Deus, chegou ao fim no dia 07/05/2012 quando finalmente fiz a cirurgia que estava esperando,mas para que isso acontecesse, contei com a ajuda de pessoas maravilhosas, que se indignaram com o que estava acontecendo e tomaram algumas providencias para que a cirurgia fosse feita,paro e penso e aquela gente toda que não tem quem as ajude,e me pergunto o porque temos que sofrer tanto,por algo que nos é de direito.
E assim meus amigos, estou me recuperando não só da cirurgia mas sim de todo essa angustia e sofrimento que classifiquei como "Sentindo na pele".
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Amém!
Maud – Coordenadora
Maria de Aquino
Tereza
Izabel
Jardilene
Heloisa
Nelma
Grazielle
Joseane