quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

ONDE ESTAVA DEUS DURANTE A TRAGÉDIA DE SANTA MARIA-RS?



(Padre Juarez)

Minha sobrinha de 18 anos, a mesma idade daqueles que foram mortos nesta tragédia me perguntou à queima roupa: Tio, onde estava Deus na hora do incêndio?
Percebi um misto de revolta e respeito ao me questionar daquela forma. Na verdade ela não entendia porque Deus não havia feito nada afinal ela tinha aprendido, na catequese, que Deus estava ao nosso lado o tempo todo. A dúvida dela é a mesma de milhões de pessoas que ficaram perplexas diante das cenas que se repetiam na televisão. Corpos sem vidas sendo retirados daquele lugar. Jovens com seus futuros interrompidos por uma tragédia. Mas por quê?
Em nossa visão achamos que Deus deveria ter feito algo e apagado o fogo ou, quem sabe, agido de maneira milagrosa para que as paredes da boate caíssem como caíram as muralhas de Jericó. Não, as coisas não acontecem dessa forma.
Ter Deus ao nosso lado não significa que não passaremos pelas dores ou momentos difíceis. A presença de Deus em nossa vida não nos isenta do sofrimento. Viver em Deus não é caminho largo sem dor. A dor e o sofrimento fazem parte da nossa vida por causa da nossa limitação, seremos livres deles totalmente quando, um dia, vivermos em Deus. Mas enquanto caminhamos nesta terra imperfeita e limitada estaremos à mercê do sofrimento e da dor. A diferença está em que aquele que vive uma vida na fé e em Deus encara e supera o sofrimento de forma diferente. O que vive pela fé não é vencido pela dor e pelas tribulações, mas supera tudo isso porque Deus está ao seu lado. Aquele apóstolo também sentiu isso, ele não foi poupado do sofrimento, mas tinha certeza da sua vitória: “Em tudo somos oprimidos, mas não sucumbimos. Vivemos em completa penúria, mas não desesperamos. Somos perseguidos, mas não ficamos desamparados. Somos abatidos, mas não somos destruídos”. (2Cor 4,8-9). Ter Deus ao nosso lado não nos livra da dor, mas nos dá condições de superá-la.
Disse tudo isso à minha sobrinha que ainda permanecia em dúvida e retrucou: “entendi, mas por que Deus não fez alguma coisa para evitar aquilo tudo?”
Sei que esta é a pergunta que todos estão fazendo porque fomos criados pensando que Deus deve fazer tudo por nós. Felizmente não é assim. Digo felizmente porque Deus nos criou para que tivéssemos um relacionamento de amor com ele. Ele nos ama e nós o amamos. Ora, para que isso aconteça deve haver liberdade. Caso contrario não seria amor e sim pura obediência. Amamos a Deus com tanta liberdade que podemos até rejeitá-lo, caso seja essa nossa escolha. Por causa disso Deus não intervém na nossa história a todo o momento. Fazemos o nosso caminho a partir daquilo que apreendemos do seu amor, temos a sua força que nos impele a superar os momentos difíceis, mas não somos parte de um brinquedo de Deus, onde Ele controla tudo com um joystick como se fosse um daqueles joguinhos de computador.
Se acontecerem tragédias, acidentes e ataques terroristas Deus não é o culpado. Até entendo que diante de uma falta de explicação para os fatos tentemos buscar um culpado e não achando ninguém culpamos a Deus. Mas as tragédias acontecem por negligência, por falta de responsabilidade ou porque não se observaram regras básicas de segurança, no caso, acender um artefato explosivo num ambiente fechado. Os acidentes são frutos do desgaste de peças e de falhas humanas e os ataques terroristas, frutos da maldade do coração dos homens. Deus não participa disso.
Mas onde estava Deus? É melhor que mudemos a pergunta pra “Onde está Deus neste momento?”
Deus está nas milhares de pessoas que são solidárias e rezam por essas famílias. Ele está nas centenas de voluntários que se uniram para ajudar. Deus se encontra naqueles que entraram na boate, em chamas, para resgatar os que estavam ali. Deus permanece no coração daqueles que choram e ao mesmo tempo enxuga as lágrimas de um pai ou mãe inconsoláveis. Deus estará no coração de cada parente ou amigo daqueles jovens fazendo com que eles possam retomar as suas vidas. Deus estará na voz daqueles que irão denunciar as péssimas condições de segurança de locais semelhantes à esta boate para que outras tragédias não venham acontecer mais.
Deus deve estar em seu coração neste momento, para que você se una a essas famílias e reze por elas. Deus deve estar em seu coração, neste momento para que você procure alguém que esteja sofrendo para consolar e ajudar.
Deus pode fazer tudo, mas prefere fazer tudo através de você.

Padre Juarez Castro

Li este lindo texto do Pe.Juarez Castro através de um Email da Paula Teixeira ,dos catequistas virtuais e achei tão verdadeiro que por sugestão da Sheila resolvi compartilhar aqui no meu blog,espero que como em mim ele faça maravilhas em todos vocês.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Uma flor rara




Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo:
Um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas. Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido...
E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois. Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo.
E disse a ela:
- Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina!
Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgia, o trabalho consumia todo o seu tempo, e sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava em casa, olhava a flor e as flores ainda estavam lá, não mostravam sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu. Ela chegou em casa e levou um susto!
Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas.
A jovem chorou muito, e contou a seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu:
- Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa, ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!
E você? Tem cuidado das bênçãos que Deus tem te dado?
Lembre-se da flor, pois como ela são as bênçãos do Senhor: Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar delas.

Autor Desconhecido 


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A semente da fé


Esta maneira de ensinar era comum na época, mas Jesus se diferenciava dos rabinos, porque Ele queria transformar seus ouvintes, enquanto estes últimos utilizavam a parábola apenas para a interpretação da lei. Falava-se alegoricamente de uma situação semelhante à vida real para que os interlocutores interpretassem a mensagem. Muitas vezes podia se tornar um teste de sabedoria.
Entre os exemplos utilizados pelo Divino Mestre, encontra-se a comparação da pequena semente de mostarda com a fé que os discípulos deveriam possuir: "Os apóstolos disseram ao Senhor: Aumenta-nos a fé! Disse o Senhor: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar, e ela vos obedecerá" (Lc 17,5-6).
Os apóstolos viam a necessidade de aumentar sua fé, pois à medida que Jesus ia lhes revelando o que deveriam fazer, percebiam sua incapacidade de realizá-lo. Por isso, o Mestre "faz menção da mostarda, porque sua semente, ainda quando é pequena, é a mais fecunda de todas. Dá a conhecer, portanto, que um pouco de sua fé pode muito".1
Em outra ocasião, para mostrar a expansão do Reino que Ele veio trazer, Jesus utiliza-se novamente desta sementinha: "Em seguida, propôs-lhes outra parábola: O Reino dos céus é comparado a um grão de mostarda que um homem toma e semeia em seu campo. É esta a menor de todas as sementes, mas, quando cresce, torna-se um arbusto maior que todas as hortaliças, de sorte que os pássaros vêm aninhar-se em seus ramos" (Mt 13,31.32).

Nosso Senhor se refere aqui ao trabalho que os apóstolos iriam realizar a fim de anunciar o Reino de Cristo: "Quis o Senhor com isto dar uma prova de sua grandeza, pois assim exatamente - disse - sucederá com o anúncio do reino de Deus. Em verdade, os discípulos do Senhor eram os mais débeis, os menores entre os homens; mas como havia neles uma grande força, esta se soltou e se difundiu".2 E em sua sombra - a Igreja - muitos pássaros virão abrigar-se. Nesta parábola, os pássaros representam os povos que aceitarão a pregação dos apóstolos e entrarão no Reino de Deus.

Mesmo empregando esta linguagem conhecida na época, muitas vezes, os discípulos Lhe pediam que explicasse a parábola pronunciada, e isto era feito, pois no futuro eles seriam os grandes propagadores deste Reino e fiéis depositários destes dons recebidos do próprio Deus.

Que pelo menos tenhamos a fé do tamanho de uma semente de mostarda, para que a Igreja, através de seus sacramentos, possa regá-la e protegê-la, fazendo-a crescer e frutificar na caridade tanto nesta vida quanto na eternidade.

Por Thiago de Oliveira Geraldo - Professor de Introdução à Sagrada Escritura (ITTA)  

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/37926-A-semente-da-fe#ixzz2IbcbyS60 
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.
 

Para todos os Catequistas, que a nossa fé seja como esse pequeno grão de mostarda, e que possamos semear no coração dos nossos catequizando esse grande amor ,que Deus abençoe a todos.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Um Lar Feliz

Senhor Jesus,Tu viveste em uma família feliz.
faze desta casa uma morada de tua presença,um lar quente e afortunado.
Venha a tranquilidade para todos os seus membros, a serenidade para nossos nervos, controle para nossas línguas, a saúde para nossos corpos.
Que os filhos sejam e se sintam amados e se afastem deles, para sempre,a ingratidão e o egoísmo.
Inunda,Senhor, o coração dos pais de paciência e de compreensão e de uma generosidade sem limites.
Estende,Senhor Deus, um toldo de amor para abrigar e refrescar, aquecer e amadurecer a todos os filhos desta casa.
Dá-nos o pão de cada dia, e afasta de nossa casa o afã de exibir, de brilhar e de aparecer; livra-nos das vaidades mundanas e das exibições que inquietam e roubam a paz.
Que a alegria brilhe nos olhos, a confiança abra todas as portas, a sorte resplandeça como um sol; seja a paz a rainha deste lar e unidade, seu sólido vigamento.
Nós o pedimos a Ti, que foste um filho feliz, no lar de Nazaré, junto a Maria e José.Amém.

Feliz 2013 a todos as famílias,muita alegria e paz!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Amor ao Semelhante

Senhor,
Como posso amar a todas as as pessoas?
Aos bons e aos maus?
Aos ricos e aos pobres?
Aos que estão perto e aos que estão longe?
As crianças, os jovens e aos velhos?
Aos da minha religião e aos das outras religiões e seitas?
Aos amigos e aos inimigos?
A mim mesmo e ao próprio Deus?
Senhor,
Como posso amar a todos sem fazer distinção?
Sem julgar os méritos?
Sem saber se a pessoa quer o meu amor ou não?
faça como eu faria...
Aos bons e aos amigos eu amo com reciprocidade e desejo de perseverança.
Aos maus e aos inimigos eu amo na tentativa de faze-lo ver que a maldade e a vingança não trazem felicidades.
Aos ricos eu amo na esperança de faze-lo ver a importância do repartir.
Aos pobres eu amo estimulando-os a lutarem pelos seus direitos e pela felicidade.
Aos que estão perto eu amo quando exalto as suas virtudes e suporto as suas falhas sem ar de condenação.
Aos que estão longe eu amo na esperança de vê-los contribuírem para que a construção e transformação de um mundo melhor e mais humano.
As crianças eu amo quando adquiro um coração semelhante aos delas.
Os jovens eu amo quando os escuto e apoio as suas idéias sobre o amor.
Os velhos eu amo quando acolho seus sábios conselhos e cuido das suas enfermidades com paciência.
Aos da minha religião e aos das outras religiões e seitas, eu amo quando entendo que todos, independente da religião,podem ser um instrumento santo nas mãos de Deus.
A mim mesmo eu amo quando consigo estimular todo o meu ser a glorificar a Deus através dos dons que Ele me confiou.
E a Deus eu amo  em cada gesto de tudo que eu fizer de bom a meu semelhante, porque como São João diz: Ninguém pode amar a Deus que não vê, se não amar ao próximo que vê.
E neste tempo de advento que nossos corações e atitudes nos levem a cada dia a presença e ao amor de Deus.



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Nossa Senhora das Graças Intercedei por nós!


           
Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei que esses raios luminosos que irradiam de vossas mãos virginais, iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem, e abrasem meu coração com vivos sentimentos de fé, esperança e caridade.


                       
PRIMEIRO DIA: Amorosíssima Mãe, que prazer tem minha alma quando considero que tanto desejo tende em conceder-me vossos favores; que não esperas outra coisa, senão que recorramos a Vós, para remediar nossos males e encher-nos de vossas graça e dons.
Ó Maria, minha amada, rainha da corte celestial, vos rogo que por tudo recorramos sempre a Vós, como nossa única esperança.
Oração final: Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção, implorado a vossa assistência, e reclamado o vosso socorro, fosse por Vós desamparado. Animado eu, pois, de igual confiança, a Vós, Virgem entre todas singular, como Mãe recorro, de Vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro aos Vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que Vos rogo. Assim seja!
Três vezes a jaculatória “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a Vós!”

SEGUNDO DIA: Santíssima Mãe de Deus, Senhora nossa e minha terna Mãe! Que consolo tão grande sente meu coração quando contempla vossa imagem, como vos viu Sóror Catarina, com um globo em vossas Divinas Mãos que representava toda a Terra, e o estreitavas sobre o vosso peito, simbolizando assim o amor que tendes aos homens. Concede-me, Ó divina Mãe Eterna, ó Mãe minha! que saibamos corresponder a tanto amor, procurando imitar as vossas virtudes. Assim seja!
Oração final: Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção, implorado a vossa assistência, e reclamado o vosso socorro, fosse por Vós desamparado. Animado eu, pois, de igual confiança, a Vós, Virgem entre todas singular, como Mãe recorro, de Vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro aos Vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que Vos rogo. Assim seja! 
Três vezes a jaculatória “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a Vós!”

TERCEIRO DIA: Virgem imaculada, celestial Mãe minha! Com que prazer chego ante vosso santíssimo altar, para contemplar vossas virtudes e expor meus sofrimentos. Que fôlego santo recobra meu espírito ao cercar-me ante vossa sagrada imagem, onde vejo representada a mais profunda humildade, uma modéstia admirável e o complemento de todas as perfeições com as quais o Senhor Deus vos adornou. Mãe Santíssima, divina e celestial Senhora! Rainha do Clero, dos Apóstolos! Mãe do Messias e filha predileta de Deus Pai! Faça com que ouçamos sempre vossos maternais avisos, para que, arrependidos de nossas culpas e imitando vossas virtudes, logremos a imensa dita de estar contigo no Céu, por toda a eternidade. Assim seja!
Oração final: Lembrai-Vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção, implorado a vossa assistência, e reclamado o vosso socorro, fosse por Vós desamparado. Animado eu, pois, de igual confiança, a Vós, Virgem entre todas singular, como Mãe recorro, de Vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro aos Vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que Vos rogo. Assim seja! 
Três vezes a jaculatória “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a Vós!”

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Ano da Fé





Algumas sugestões são dadas para vivenciarmos esse ano. O principal, segundo o meu parecer, é voltar ao núcleo da nossa fé. Muitas vezes, nós ficamos nas periferias da nossa fé e é necessário retornarmos aquilo que é o mais importante da nossa fé. A sugestão básica é muito simples: é retornarmos ao “creio”, nós temos um resumo da nossa fé no “creio”. No caso, nós temos o ‘creio’ que vemos praticamente em todas as celebrações, mas também, temos aquele creio mais comprido, Niceno-Constantinopolitano, que é mais teológico. Então, eu diria que se nós, nesse Ano da Fé, conseguirmos rezar e meditar o nosso ‘creio’, para mim será o suficiente, já teremos vivido com muita profundidade o Ano da Fé.(Dom José Belisário –Arcebispo de São Luis –MA e vice presidente da CNBB)