segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

" Seguir a Jesus "




Seguir a Jesus é ter um sonho que se realiza no meio de muitas tormentas... é ter um encontro com a Vida, quando tudo parece te deixar.


Seguir a Jesus é ter luz no meio da escuridão, ter humildade para voltarno caminho, ter sabedoria para escolher a melhor hora para prosseguir.
Seguir Jesus , é o encontro das águas turvas com toda a beleza do mar azul ...o caminho que o faz voltar para dentro, como se buscasse a luz que tantas vezes você deixou apagar.

Enfim, seguir Jesus , é sentir o verdadeiro amor nas veias que pulsam chamando, clamando e se você está perdido e ser encontrando por Ele.

Amados de Deus pense como é bom seguir a Jesus, e estar com Ele em todos os momentos da nossa vida, e fazer dela uma vida cheia de alegria, prosperidade, e amor ao proxímo.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O sal da penitência

Todo o cristão deve seguir o Mestre renunciando a si mesmo, levando a sua cruz e participando nos sofrimentos de Cristo (Mt 16, 24). Assim, transfigurado à imagem da Sua morte, torna-se capaz de meditar na glória da ressurreição. Seguirá igualmente o Mestre não vivendo já para si mesmo, mas para Aquele que o amou e Se deu a di mesmo por ele, e também pelos seus irmãos, completando «na sua carne o que falta aos padecimentos de Cristo pelo seu corpo que é a Igreja» (Gal 2, 20; Col 1, 24).

Por outro lado, estando a Igreja intimamente ligada a Cristo, a penitência de cada cristão tem igualmente uma relação própria e íntima com toda a comunidade eclesial. Com efeito, é apenas no seio da Igreja que, pelo baptismo, ele recebe o dom fundamental da metanóia, quer dizer da mudança e da renovação do homem todo; mas este dom é restaurado e fortalecido pelo sacramento da penitência nos membros do Corpo de Cristo que caíram em pecado. «Os que se aproximam do sacramento da penitência recebem da misericórdia de Deus o perdão da ofensa que Lhe fizeram, ao mesmo tempo que são reconciliados com a Igreja que foi ferida pelo seu pecado e que, pela caridade, o exemplo e as orações, trabalha pela sua conversão» (Vaticano II: LG 11). É na Igreja que a pequena obra da penitência imposta a cada penitente no sacramento participa de uma maneira especial na expiação infinita de Cristo.


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

«Tudo é possível a quem crê»




«Se tiverdes fé como um grão de mostarda [...], nada vos será impossível» (Mt 17, 20). Podemos tudo através da oração: se não recebemos o que pedimos é porque não tivemos fé, ou porque rezámos pouco, ou porque seria prejudicial para nós que o nosso pedido fosse atendido, ou então porque Deus nos dá qualquer coisa melhor do que aquela que Lhe pedimos. Mas nunca deixamos de receber o que pedimos por a coisa ser demasiado difícil de obter: «Nada nos é impossível».

Não hesitemos em pedir a Deus mesmo as coisas mais difíceis, tais como a conversão de grandes pecadores, de povos inteiros. Peçamos-lho, por difícil que seja, com a fé de que Deus nos ama apaixonadamente e que, quanto maior é um dom, mais aquele que ama apaixonadamente gosta de o fazer; mas peçamos com fé, com insistência, constância, com amor, com boa vontade. E tenhamos a certeza de que, se pedirmos assim e com suficiente constância, seremos atendidos, receberemos a graça pedida ou uma melhor. Peçamos, pois, audaciosamente, a Nosso Senhor as coisas mais impossíveis de obter, quando são para Sua glória, e estejamos certos de que o Seu coração no-las concederá, por muito que pareçam humanamente impossíveis: porque dar o que é impossível a quem O ama é doce ao Seu coração. E quanto nos ama Ele!



Comentário ao Evangelho do dia feito por Bem-aventurado Charles de Foucauld (1858-1916)
Eremita e missionário no Saara - Méditations sur l'Évangile au sujet des principales vertus
(trad. de Œuvres spirituelles, Seuil 1958, p. 161)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Amai os vossos inimigos




A lei do Talião fora um salto qualitativo diante da simples vingança desmesurada: ela indicava que não se deveria retaliar além da ofensa recebida; neste sentido, buscava uma convivência baseada na justiça. O que seria de alguém indefeso, cujo inimigo poderoso resolvesse retribuir uma palavra que lhe desagradara com força das armas?
Jesus, no entanto, vem superar a justiça dos homens. Para Ele não basta retribuir na mesma medida aquilo que nos fizeram, aquilo que o outro fez com você, faça a ele;mas sim, aquilo que Deus fez com você, ,faça ao outro. A referência agora, para o cristão não será mas o mal que nos fizeram, mas o bem que Deus nos faz. Sinceramente , seria possível colocar isso em prática: oferecer a outra face a quem nos esbofeteou? Humanamente falando, não! Então,Jesus nos pediria o impossível? Jesus que na cruz já nos deu o seu exemplo, perdoando seus inimigos e pedindo por eles, não nos pede apenas, mas nos dá a graça, a força para realizá-lo com efusão do Espírito Santo em Pentecostes e no nosso Batismo. Por mais difícil que possa ser perdoar, sabemos que o que importa não é aquilo que sentimos, mas o que do fundo do coração queremos. É a vontade,não o instinto que deve nos mover. Se queremos perdoar de coração, por mais difícil que seja par nós, já perdoamos.
Muitos há que, diante disso, nos perguntam o que seria da humanidade se realmente todos agissem desse modo; não seria o triunfo da injustiça? Certamente se todos vivessem esta disposição, não haveria que dar a outra face, simplesmente porque não haveria quem esbofeteasse a face de ninguém. Se o mundo vivesse as palavras de Jesus não haveria injustiça, nem guerras. Quando um cristão procura viver os ensinamentos do Senhor, isso não significa que ele deverá abrir mão da justiça, sem a qual não há paz, mas sim da vingança feita com as próprias mãos, fruto estéril e venenoso de um coração sem Deus.
Toda vez em que se dá lugar à sede de vingança e não ao desejo de justiça, o homem mergulha naquilo que em nossa natureza temos de mais selvagem. Sabemos, por experiência, até onde pode ir uma sociedade que na prática vive a lei de talião. Em conflitos como aqueles que caracterizam a convivência entre hebreus e palestinos, por exemplo, quanto o sofrimento de ambas as partes... Que o Bom Deus nos ajude a construir na justiça um mundo onde realmente reine a verdadeira paz.

texto de reflexão retira do folheto da missa de domingo.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Deus cuida de nós!


Esperar em Deus é confiar plenamente que a nossa vida está em suas mãos. Significa dizer a Deus: Tu és minha vida, Tu és a minha única esperança .

Aos nossos próprios olhos, somos incapazes de nos manter em pé nas situações críticas da vida.

Mas aos olhos de Deus, não somente somos renovados em nossas forças, como Ele nos coloca em posições muito além daquelas com as quais poderíamos sonhar, para descansarmos, enquanto alcançamos vôos mais altos!

Não desista jamais, Creia!

Pois será através da tua fé no amor de Deus, que você contemplará o mover de Deus em tua vida!

As nossas forças são insuficientes para suportar e carregar o fardo pesado de nossas tribulações.

Muitas vezes não resistimos e caímos. Olhamos para os lados e para trás.

Não vemos ninguém que se interesse em nos ajudar.

Entretanto, se erguermos os olhos, veremos que existe alguém que se compadece de nós: O Senhor Jesus.

Ele conheceu de perto o sofrimento e suportou o peso de uma cruz que merecíamos pelos nossos pecados.

Ele conhece o ponto exato em que as nossas forças vão acabar e Se oferece para nos ajudar,

pedindo que lancemos a nossa carga aos Seus pés, e Ele nos susterá com a destra de Seu poder.

Infelizmente, muitos suplicam a sua ajuda, mas não a conseguem porque continuam agarrados às suas

preocupações e mergulhados em sua aflição ao invés de lançá-la sobre o Senhor Jesus. Hoje vamos entregar as nossas tristezas, angustias e sofrimentos aos pés do Senhor Jesus, pois só Ele pode nos livrar dos fardos das dores e dos sofrimentos, pois Ele é o nosso Deus do impossível.Paz e Bem!


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Eu, porém, vos digo...



Para o cristão, não basta apenas não matar; até mesmo uma palavra ofensiva deve ser banida de nossa convivência. Não basta não trair o cônjuge, pois mesmo o torpe desejo deve ser evitado no nosso coração. O cristão deve ser santo como o nosso Pai do céu é Santo. Essa é a grande razão da moral cristã, participar da vida divina, mediante a graça santificante neste mundo e na eternidade.
Por isso mesmo, a liturgia nos aponta o que a fé cristã chama de Novíssimos: morte, juízo, inferno, paraíso, ou seja, as realidades últimas e definitivas que darão uma só vez, mas cujos efeitos durarão pela eternidade. Num mundo secularizado perdemos o sentido de eternidade. Não são poucos os que sustentam que o simples pensar na eternidade nos faria perder o empenho por este mundo, levando-nos uma atitude de alienação. Ledo engano! Quanto mais se tem em vista a eternidade, melhor se é neste mundo, procurando-se fazer bem feitas todas as coisas, tendo consciência de que haveremos de dar contas a Deus do que fizemos com a vida que Ele nos deu de presente neste mundo.
É isso o que Jesus nos indica com a parábola dos dois homens que caminham rumo ao tribunal. Eles são cada um de nós e o próprio Jesus que, mais que adversário( só no sentido de quem está adiante,ex adverso), nesta vida é nosso amigo, nosso advogado junto ao Pai(cf.1 Jo2,1). Somos convidados a nos reconciliar com Deus e os irmãos.Isso significa reconhecer as nossas faltas, buscar cada dia, à luz da Palavra de Deus, sermos dignos do nome que recebemos no dia de nosso Batismo: cristão,isto é, outro Cristo. Para isso, faz-se necessário uma vida sacramental em que levemos à sério o sacramento da Penitência ou Confissão, como meio de uma profunda conversão para nossas vidas. Que a oração da missa de hoje nos inspire a isso: "Ó Deus que prometestes permanecer nos corações sinceros e retos, dai-nos, por vossa graça, viver de tal modo que possais habitar em nós. Amém."

texto retirado do folheto da missa.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sal da Terra e Luz do Mundo.




Ontem celebramos a luz da fé. Isaías fala da luz que brilha como aurora, da vida que refulge como o sol do meio-dia. Na medida em que se vive a justiça, a caridade para com os pequeninos, em que se é solidário, renuncia-se às obras das trevas para fazer resplandecer em nós a luz de Deus: "uma luz brilha nas trevas para o justo, permanece para sempre o bem que fez", como cantamos no salmo de hoje.
Em São Paulo, é o humilde reconhecimento de sua fraqueza que o faz resplandecer no amor de Cristo. Depois da experiência negativa que tivera em Atenas com os homens da cultura de seu tempo, entendeu que deveria mudar o metódo de sua pregação, deixando que Cristo, e não a sabedoria humana, falasse por Ele, encontrando no testemunho de vida o mais brilhante meio de evangelizar. Ás vezes, os fracassos humanos são mais úteis que os êxitos...
Também nós somos chamados a esse encontro com Jesus, que nos convida a ser sal da terra e luz do mundo. Diante da tantas opções que nos são oferecidas, corrupção, fraude, injustiça, imoralidade, infidelidades, competições desleais etc., o cristão é chamado a enfrentar e vencer as tentações e as armadilhas que encontra ao longo do caminho.
Certa vez, o Papa João Paulo II, dirigindo-se aos jovens, disse que eles deveriam ser capazes de iluminar o mundo com a luz do amor ao próximo. No tempo em que as luzes fluorescentes dos grandes centros urbanos nem sempre convidam á santidade, o cristão é chamado a irradiar, com a sua vida, a fé que professa com os seus lábios.

texto retirado do folheto da missa de domingo.