"Eu não sei falar,sou apenas uma criança.Fala Senhor,por mim!"
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Comentário ao Evangelho do dia feito por Concílio Vaticano II
Declaração sobre a liberdade religiosa, 11
Testemunhas da verdade
Cristo deu testemunho da verdade (Jo 18.37), mas não a quis impor pela força aos Seus contraditores. O Seu reino não se defende pela violência (Mt 26, 51-53) mas implanta-se pelo testemunho e pela audição da verdade; e cresce pelo amor com que Cristo, elevado na cruz, a Si atrai todos os homens (Jo 12, 32).
Os Apóstolos, ensinados pela palavra e exemplo de Cristo, seguiram o mesmo caminho [...], não com a coacção ou com artifícios indignos do Evangelho, mas primeiro que tudo com a força da palavra de Deus (1Cor 2, 3-5). A todos anunciavam com fortaleza a vontade de Deus Salvador «o qual quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade» (1 Tim. 2, 4); ao mesmo tempo, respeitavam os fracos, mesmo que estivessem no erro, mostrando assim como «cada um de nós dará conta de si a Deus» (Rom. 14, 12) (24) e, nessa medida, tem obrigação de obedecer à própria consciência. [...] Acreditavam firmemente que o Evangelho é a força de Deus, para salvação de todo o que acredita (Rom 1, 16). E assim é que, desprezando todas as «armas carnais» (2Cor 10, 4), seguindo o exemplo de mansidão e humildade de Cristo, pregaram a palavra de Deus (Ef 6, 11-17) com plena confiança na sua força para destruir os poderes opostos a Deus [...]. Como o Mestre, também os Apóstolos reconheceram a legítima autoridade civil [...]. Ao mesmo tempo, não temeram contradizer o poder público que se opunha à vontade sagrada de Deus: «deve-se obedecer antes a Deus do que aos homens» (Act. 5, 29). Inúmeros mártires e fiéis seguiram, no decorrer dos séculos e por toda a terra, este mesmo caminho.
Ao ler o Evangelho de hoje e ver este comentário feito pelo Concílio Vaticano II ,resolvi posta-lo aqui no blogger e compartilhar uma dúvida que me surgiu e faço uma pergunta que pode servir para cada um de nós: Porque sempre estamos tentando ser diferente se é tão simples ser igual?,Porque não fazemos a vontade sagrada de Deus que é tão simples? «deve-se obedecer antes a Deus do que aos homens» (Act. 5, 29). se não pudermos ser seguidores fieis como foram os mártires, que pelo menos sejamos firmes na fé,pois é através desta fé que a vontade de Deus vai acontecendo nas nossas vidas. Amados de Deus nem sempre a caminhada e tranquila e serena muitas vezes ela e árdua e obscura mais é através da nossa fé, naquele que é a nossa fortaleza , que os caminhos vão se abrindo e conseguimos ver o horizonte cada vez mais,pois Ele próprio disse: Contentai-vos com o que tendes 'Eu nunca te deixarei, jamais te abandonarei,de modo que podemos dizer com ousadia:' O Senhor é o meu auxilio, jamais temerei, que poderá fazer-me o homem? (Hb 13,5-6). Paz e Bem.
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" Aprendi a viver alegre em toda e qualquer situação." Ele sabia que estava sujeito a tudo, tanto a coisas boas, como a coisas ruins, mas aprendeu a viver com paz no coração, não se deixando abater pelas circunstâncias. O Apóstolo São Paulo estava preparado para o desafio da vida. E você? Está preparado?
Abaixo estão alguns passos que o fará viver em segurança em qualquer situação: Busque a presença de Deus, dentro de você mesmo, rendendo-se a Ele. Viva um dia de cada vez. Aprenda a agradecer por tudo. Caminhe firmemente em busca de seu objetivo. Seja uma pessoa de ação. Procure "voar" mais alto. Não se desespere em momento algum.Confie em Deus pois só em Cristo você consegue ser feliz. www.padremarcelorossi.com.br
De onde vem esse costume singular, de pedir a São Brás a cura das doenças de garganta? Convidamos o leitor a reviver os fatos maravilhosos da vida deste mártir dos
primeiros tempos do cristianismo, nos quais encontrará a origem da
poderosa intercessão de São Brás.
Neste dia, lembramos a vida São Brás, venerado tanto no Oriente como no Ocidente, nasceu na Armênia, no século III, foi médico e bispo em Sebaste. Como médico, usava dos seus conhecimentos para resgatar a saúde, não só do corpo, mas também da alma, pois se ocupava em evangelizar os pacientes.
No tempo deste santo aconteceu uma forte perseguição religiosa, por isso, como santo bispo, procurou exortar seus fiéis à firmeza da fé. Por sua vez, São Brás, que era testemunho de segurança em Deus, retirou-se para um lugar solitário, a fim de continuar governando aquela Igreja, porém, ao ser descoberto por soldados, disse: "Sede benditos, vós me trazeis uma boa-nova: que Jesus Cristo quer que o meu corpo seja imolado como hóstia de louvor".
Morreu em 316. Quando as perseguições começaram sob o Imperador Dioclecius (284-305). São Brás fugiu para uma caverna onde ele cuidou dos animais selvagens. Anos mais tarde, caçadores o encontraram e o levaram preso para o governador Agrícola, da Capadócia na Baixa Armênia, durante a perseguição do então Imperador Licinius Lacinianus (308-324). São Brás foi torturado com ferros em brasa e depois foi decapitado.
O costume de abençoar as gargantas no seu dia continua até hoje, sendo usadas velas nas cerimônias comemorativas. São utilizadas para lembrar o fato da mãe do menino curado por São Brás, ter levado a ele velas na prisão. Muitos eventos miraculosos são mencionados nos estudos sobre São Brás e é muito venerado na França e Espanha.
Suas relíquias estão em Brusswick, Mainz, Lubeck, Trier e Cologne na Alemanha. Na França em Paray-le-Monial. Em Dubrovnik na antiga Iugoslávia e em Roma, Taranto e Milão na Itália.
Na liturgia da Igreja Católica São Brás é mostrado com velas nas mãos e em frente a ele, uma mãe carregando uma a criança com mão na garganta, como pedindo para ele cura-la. Daí se originou a benção da garganta no seu dia.
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www.arautos.org
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Tarde Te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova! Tarde demais eu Te amei! Eis que habitavas dentro de mim e eu Te procurava do lado de fora! Eu, disforme, lançava-me sobre as belas formas das Tuas criaturas. Estavas comigo, mas eu não estava Contigo. Retinham-me longe de Ti as Tuas criaturas, que não existiriam se em Ti não existissem. Tu me chamaste, o Teu grito rompeu a minha surdez. Fulguraste e brilhaste e Tua luz afugentou a minha cegueira. Espargiste a Tua fragrância e, respirando-a, suspirei por Ti. Eu Te saboreei, e agora tenho fome e sede de Ti. Tu me tocaste e agora estou ardendo no desejo da Tua paz. Quando estiver unido a Ti com todo o meu ser, não mais sentirei dor ou cansaço. A minha vida será verdadeiramente vida, toda plena de Ti. Tu alivias aqueles a quem plenamente satisfazes. Não estando ainda repleto de Ti, sou um peso para mim mesmo. As minhas alegrias, que deveriam ser choradas, contrastam em mim com as tristezas, que deveriam causar-me júbilo, e ignoro de que lado está a vitória. Falsas tristezas pelejam em mim contra as verdadeiras alegrias, e não sei quem vencerá. Ai de mim! «Tem piedade de mim, Senhor!» (Sl 30, 10). Ai de mim! Vês que não escondo as minhas chagas. Tu és o médico, eu sou o enfermo. Tu és misericordioso e eu sou miserável. por Santo Agostinho (354-430) 
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